Cada um se vira como pode em Niterói

abril 3, 2016
A comédia ‘Cada um se vira como pode’, sobre um casal em dívida com o agiota Salvador, marca a abertura do Espaço Cultural Oceânico neste sábado

A plateia irá participar do espetáculo como “vizinho” do casal, ajudando Eugênio e Madalena na solução de seus problemas econômicos

Foto: Luixx Mayerhofer/Divulgação

A arte é uma das bases para o pensamento crítico em uma sociedade. Ela permite que o indivíduo repense a sua realidade a partir de uma nova ótica. Através dela é possível entender costumes, história, e a própria subjetividade humana. No teatro, ela ganha uma representação em movimento, os corpos no palco são a grande obra. De frente ao público, se conecta a ele, e cada encenação suscita diferentes interpretações. Trazendo o primeiro espaço dedicado às artes cênicas da Região Oceânica, o Espaço Cultural Oceânico (ECO) inaugura neste sábado (02) em Piratininga a Sala Augusto Boal, com a estreia da peça “Cada um se vira como pode”.

Para Marília Duarte, atriz, diretora teatral e uma das fundadoras do ECO, a sala veio para suprir uma necessidade da Região Oceânica. “O teatro é importantíssimo para a formação do cidadão. A região estava precisando de um espaço cultural como esse”, salienta.

Baseada no texto de Paulo Sacaldassy, “Cada um se vira como pode” é uma comédia atual, onde o casal Eugênio (Jeremias Flôres) e Madalena (Agatha Victor) passam por dificuldades econômicas e precisam lidar com a cobrança do agiota Salvador (Carrique Vieira). O agiota exige o pagamento imediato da dívida, fazendo com que Eugênio e Madalena façam propostas absurdas para driblar a dívida. A peça, então, se desenrola, com muito bom humor, das situações inusitadas que o casal se submete para contornar o pagamento. Ficará em cartaz no espaço durante todo o mês de abril. A escolha deste texto de Sacaldassy não foi por acaso. “O roteiro tem tudo a ver com a atual economia, já que o casal tem que usar sua criatividade para contornar os credores. Todo mundo vai se identificar”, descreve Carrique Vieira, ator e diretor da peça.

O debate sobre a crise econômica ainda vai ganhar um novo fôlego, pois a cada sessão da peça o público será convidado a ajudar o casal nas propostas para quitar sua dívida. A plateia irá participar do espetáculo como “vizinho” do casal, ajudando Eugênio e Madalena na solução de seus problemas econômicos. Carrique afirma que o objetivo desta interatividade é trazer as pessoas para dentro do palco. Diminuindo a distância entre ator e plateia, esta interação convida o público a construir a história junto com o próprio diretor.

A Sala Augusto Boal é o primeiro espaço inteiramente dedicado ao teatro da Região Oceânica de Niterói. O espaço possui 66 lugares, e vem para modificar o eixo das principais peças que comumente estão em cartaz no Centro ou em bairros da Zona Sul de Niterói. A sala foi idealizada em conjunto com artistas da região e chega, também, para movimentar os bairros do local, repensando seus pontos de lazer. “Quero que as pessoas depois do teatro vão para os quiosques ali perto da praia. O espaço veio para trazer conforto e cultura para o morador, não só daquela parte específica, mas de toda cidade”, defende Carrique.

Arte que transforma – A homenagem à Augusto Boal já era uma vontade antiga de Marília, a peça “Cada um se vira como pode” chega no momento oportuno para mostrar a força que as artes cênicas têm nas pessoas. O próprio Boal, que dá nome para a mais nova sala de teatro de Niterói, era reconhecido por usar o teatro como uma ferramenta de transformação social. Ele foi criador do “Teatro do Oprimido”, um método que através de exercícios, jogos e técnicas teatrais, propunha uma democratização dos meios de produção do teatro para as várias camadas sociais.

Dono da empresa de filmes “35mm” e também fundador do espaço, Marcelo Caldas ressalta a importância da arte na sociedade. “A arte não é certa nem métrica, é sensível. Ela atravessa o indivíduo, e faz com que ele pense sobre suas crenças”, avalia.

Os atores Agatha Victor e Jeremias Flôres vivem o casal Eugênio e Madalena

Foto: Luixx Mayerhofer/Divulgação

O novo espaço cultural também trará aulas de interpretação para atores iniciantes e com experiência. O objetivo é criar uma rede de escolas de teatro, e também formar futuros artistas para trabalhar nas peças da ECO. A primeira aula inaugural do Curso do Carrique Vieira para atores experientes aconteceu no último dia 19, mas as inscrições vão até maio. A Oficina Livre de Teatro é ministrada por Marília e atende tanto crianças (terça-feira) como adultos (quinta-feira). O projeto ainda pretende fazer uma versão de “Ministro do Supremo” de Armando Gonzaga ainda este ano. “A casa está aberta a novos professores, novos alunos, novas peças. O espaço quer crescer junto com o próprio público”, afirma Marília.

Antecipando a abertura da sala, os cursos ministrados vão oferecer tanto aulas sobre a produção teatral (noções de indumentária, direção, iluminação, noções de produção e ética profissional) quanto lições sobre atuação dramática. As aulas vêm como uma consolidação do espaço cultural, uma “marca” no mercado de atuação e dramaturgia em Niterói e no Rio de Janeiro.

​O teatro que chega à Região Oceânica vem como mais uma iniciativa de democratizar o acesso às artes. Com aulas, exposições, espetáculos, a sala cria na cidade um novo “pensar” a arte, abraçando diferentes culturas e expressões. Se estes “corpos em movimentos” têm a capacidade de provocar e transformar o público, o espaço Augusto Boal dá a ele a ferramenta para a construção do pensamento crítico.

O Espaço ECO fica na Rua Leopoldo Muylaert, 76, em Piratininga, Niterói. O espetáculo “Cada um se vira como pode” fica em cartaz todos sábados e domingos de abril, às 20h. Preço: R$ 20 (inteira). Telefone:3492-7470.

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“Cada Um Se Vira Como Pode” do santista Paulo Sacaldassy, no RJ

setembro 16, 2015

http://www.resenhando.com/2015/09/cada-um-se-vira-como-pode-do-santista.html


Escuta aqui seu ladrão é texto premiado

julho 25, 2015

Escuta aqui seu ladrão é texto premiado e reconhecido internacionalmente • JornalAgora.INFO.


Nota Cultural

março 5, 2014

MANTENDO A TRADIÇÃO: FLORESTA CELEBRA DIA INTERNACIONAL DA MULHER COM TEATRO

Há 3 anos que Floresta no sertão de Itaparica comemora o dia internacional da mulher de um jeito diferente,  levando uma mensagem de maneira lúdica e alegre a estas que tanto fazem pela humanidade. “O teatro é um veiculo de comunicação sem igual, pois transfere conhecimento e bom humor, assim, é com prazer que por mais um ano vamos celebrar o dia dedicado às mulheres com um espetáculo teatral”; diz o produtor cultural Arimateia Martins.

Esse ano a peça escolhida foi FULANA, SICRANA, BELTRANA, produção da Equipe Teatral Serra Talhada, com texto do paulista de Santos, Paulo Sacaldassy, sendo estrelado por Gildo Alves, Dany Feitosa e Carlos Silva; na direção Ivanildo Duarte e nos trabalhos técnicos Frank Ferraz.

            O espetáculo que trás em sua essência o valor da amizade entre três mulheres bem distintas, proporciona muitas risadas ao narrar fatos e atos do dia-a-dia feminino e colocar em cheque os percalços que as amizades vivem ao longo do tempo; o título da peça já desperta curiosidade, frisa a produção.

No palco elas vão mostrando quem são? Como vivem? O que fazem? E mulheres e homens na platéia vão se identificando com a persona de cada uma.                                     As reflexões bem humoradas, trazidas por essas três quarentonas; vão causando sensações diversas no público que além de ri muito, se questiona sobre fatos e atos ali narrados.

Fazer ri, refletir e questionar a vida e o seu cotidiano, mostrar fatos e atos do mundo das mulheres, revelar segredos, perceber coincidências, reforçar laços de amizades, sofrer dores de amor, brincar ao celular, destilar inveja, chorar de carência, querer ombro amigo, buscar conselho, alivio e alento, tirar sarro, dizer a verdade nua e crua… Eis as possibilidades do conflito cênico de Fulana, Sicrana, Beltrana.

Para Carlos Silva ator e produtor teatral estar pelo 3º ano nesse evento é uma satisfação, pois acredita no teatro como ferramenta de comunicação, formação e entretenimento; “estivemos em 2012 com o espetáculo Neurose – a Cidade e Seus Sentidos, em 2013 com Enfim, Sós! E voltar agora é realmente um alegria esse momento tem se tornado tradição e nossa participação nele também. Um viva às mulheres e ao teatro por nos proporcionar esse encontro. Finaliza ele.   

Serviço dia Internacional da Mulher em Floresta

Espetáculo Fulana, Sicrana, Beltrana

Local: Cine Teatro Recreio

Rua Pereira Maciel, 109 – Centro Floresta/PE

Entrada Gratuita

Realização: Ponto de Cultura a vida é uma arte e diretoria municipal de cultura


ENTREVISTA DE EMPREGO

maio 3, 2013

CENÁRIO: SALA DE UMA CASA SIMPLES. UMA MULHER DE ROUPAS SIMPLES ESTÁ EM CENA. FALA AO TELEFONE.

MULHER 1 – Olha aqui Cerso, já num guento mais essas criança… Se a proposta de trabalho fô boa, vo voltá a trabalhá!… É isso mesmo!… Intão dispois nós conversa.. É…

OUVE-SE PALMAS.

MULHER 1 – Agora vo desligá qui tem gente batendo na porta!…  Vê se vem direto pra casa, hein?… (GRITANDO) Um minuto!…To de olho em você!…   Tchau! (GRITANDO) Pode entrá!

ENTRA UMA MULHER, BEM VESTIDA, COM ROUPAS DE MARCAS.

MULHER 2 – Dá licença.

MULHER 1 – Que a senhora qué?

MULHER 2 – Eu vim para entrevista.

MULHER 1 – Ah, a entrevista!… Tinha até isquecido.

A MULHER 1 EMPURRA A MULHER 2 QUE SE DESEQUILIBRA E CAI NO SOFÁ.

MULHER 1 – Intão a senhora é candidata a minha patroa?

MULHER 2 – É  

A MULHER 2 TENTA SE LEVANTAR DO SOFÁ, MAS A MULHER 1 A EMPURRA DE VOLTA.

MULHER 1– A senhora senta que eu priciso fazê umas pregunta pra senhora!

A MULHER 2 CAI DE VOLTA NO SOFÁ.

MULHER 1 – A senhora pricisa intendê que não dá pra gente aceitar qualquer patroa, néw

MULHER 2 – Claro!… Tudo bem!… Eu entendo sim!… Pode perguntar o que a senhora quiser.

MULHER 1 – Intão vamo lá! Pro que a senhora qué uma empregada?

MULHER 2 – Eu trabalho fora o dia todo e estou precisando muito de uma pessoa que cuide da minha casa.

MULHER 1 – Sei…

MULHER 2 – Eu estou precisando muito!

MULHER 1 – Essa é a conversa de toda patroa, mas na hora agá, foge do pau.

MULHER 2 – Mas eu não sou dessas, não! Eu sou de confiança!

MULHER 1 – Toda patroa diz isso!

A MULHER 2 SE LEVANTA.

MULHER 2 – Mas eu sou diferente.

MULHER 1 – Diferente… Sei… Intão, qual minhas vantagem?

MULHER 2 – Eu dou carteira assinada, quarenta e quatro horas semanais, pago horas extra, fundo de garantia, previdência social, vale transporte, uniforme.

MULHER 1 – Uniforme eu não uso.

MULHER 2 – Tudo bem… Eu deixo trabalhar sem uniforme.

MULHER 1 – E tem outra coisa: Eu gosto de trabalhá ouvindo música.

MULHER 2 – Pode ouvir música, não tem problema.

MULHER 1 – Sertanejo?

MULHER 2 – Não tem importância.

MULHER 1 – Pagode?

MULHER 2 – Também pode.

MULHER 1 – E funk?

MULHER 2 – Pode ouvir a música que você quiser, pois a maioria do tempo você vai estar sozinha em casa.

MULHER 1 – To gostando da senhora! Vem cá, senta aqui!

A MULHER A PUXA A MULHER 2, QUE CAI NO SOFÁ.

MULHER 1 – Carteira assinada, todos os direitos, não preciso usar uniforme, posso ouvia as minha música… E quanto é o salário?

MULHER 2 – No momento eu não posso pagar muito, pois acabamos de comprar um apartamento novo, trocamos o carro, não sei se você me entende? Posso lhe chamar de você, não posso?

MULHER 1 – Claro!

MULHER 2 – Talvez, conforme o tempo passe, eu possa lhe pagar um pouco mais?

MULHER 1 – E quando é esse pouco?

MULHER 2 – Um salário mínimo.

A MULHER 1 SE LEVANTA DO SOFÁ.

MULHER 1 – Um salário mínimo?

MULHER 2 – Eu sei é pouco, mas queria muito que você analisasse todo o pacote que estou lhe oferecendo.

MULHER 1 – Sei… Intão vamo fazê assim: A senhora mi deixa o curríco que eu vô conversá com o Cerso e dispois ligo pra sinhora.

A MULHER 2 LEVANTA, PUXA DE SUA BOLSA O SEU CURRÍCULO E ENTREGA A MULHER 1.

MULHER 2 – Vou torcer que você me escolher.

MULHER 1 – Quem sabe?

A MULHER 2 SE DESPEDE E SAI DE CENA. A MULHER 1 RASGA O CURRÍCULO DEIXADO PELA MULHER 2.

MULHER 1 – Mão de vaca!… É cada candidata de patroa que me parece por aqui, viu? Miséria por miséria, prefiro ficá com a que tenho! Franquivaldo!… Sanderlaine! Vão tomá banho que nóis vai no Méc Dôneldis!…

A MULHER 1 SAI DE CENA. FECHAM-SE AS CORTINAS.

                                                            – FIM –


Teatro também é entretenimento

dezembro 3, 2011

Desde os tempos longínquos, lá da Grécia antiga, que os grandes pensadores se valiam da arte do Teatro para transpor em cenas as histórias dos seus mitos. Tempos mais tarde, dramaturgos como William Shakespeare, Tennessee Williams, Nelson Rodrigues e Plínio Marcos dramatizaram com brilhantismo o turbilhão de emoções da alma humana, mas hoje em dia, a arte do Teatro também passou a ser um excelente entretenimento.

O caráter provocativo, questionador e investigativo da alma humana, que sempre norteou os textos de teatro e consagraram os autores gregos e os contemporâneos, vem perdendo cada vez mais espaço para os textos de comédias e textos mais leves, o que vem dando ao Teatro, o status de ser mais uma opção de entretenimento. E isso parece um movimento sem volta, pois é uma escolha popular.

Sei que muitos torcem o nariz para essa tendência de espetáculos que exploram o gênero comédia e continuam a produzir segunda a receita dos consagrados dramaturgos, que buscavam através de suas histórias, desvendar as entranhas do Ser humano, provocá-lo e fazê-lo pensar, mas o público anda cada vez reticente à esses gêneros de espetáculos dramáticos, preferindo cada vez mais as comédias. Talvez isso seja pelo estresse da vida moderna.

Não há com negar que o Teatro vem se tornando cada vez mais entretenimento, e tanto as comédias, como os grandes musicais, (que a cada dia ganham espaço no gosto popular) tem contribuído muito por essa forma de contar as histórias, voltadas mais para agradar, encantar, entreter, do que questionar, provocar e estimular o pensamento. Os dramas do dia-a-dia não mais seduzem o público, aliás, na verdade, acho que o grande público nunca foi seduzido por eles.

O desvendar da alma humana que permeavam os grandes textos de teatro e que o fazia ser uma das grandes artes do pensamento, veio pouco a pouco perdendo o seu espaço e hoje só alguns poucos artistas famosos, ousam produzir os grandes clássicos. Não que os outros artistas discordem da importância, ou da excelência literária e dramatúrgica destes textos, é apenas por pura sobrevivência. Ou você faz o povo rir, ou você passa fome.

E assim, de comédia em comédia, de musical em musical, a arte do Teatro que  tinha suas bases em conflitos da alma humana, carregados de dramas, questionamentos e provocações, vai se tornando entretenimento e se aproximando cada vez mais do povo. Uma pena? Eu particularmente acho que não, pois até prefiro escrever comedias aos dramas humanos e não é porque eu escreva comédias que não esteja escrevendo para o Teatro.

Teatro é a arte de interpretar a vida humana, portanto, por que não se pode contar uma história sobre a ótica da comédia ou através de musicais? Não é porque a intenção é entreter que não se pode questionar, provocar e instigar o pensamento humano. E para terminar vale lembrar que é rindo que falamos as mais duras verdades, não é verdade?


O humor está em alta

março 17, 2010

Não é segredo para ninguém que rir é sempre o melhor remédio e que é através das piadas que são ditas as mais duras verdades. Sem contar o que diz a ciência: que quando um ser humano ri, ele movimenta apenas dezoito músculos da face, enquanto chorando, ele movimenta quarenta destes músculos. Portanto, rir é o melhor negócio, não provoca rugas e ainda por cima, não tem nenhuma contra-indicação.

Então parece estar bem claro o porquê de tanta gente fazendo ou tentando fazer humor pelo país. É quase uma febre. E essa febre atende pelo nome de “stand up comedy”, algo que não é nenhuma novidade, pois grandes feras do humor, como Chico Anísio e Jô Soares já se utilizaram desta expressão inglesa, para fazer rir, há muito tempo atrás.

Mas essa tendência de se apresentar como um “stand up comedy” está em um movimento crescente. É no barzinho, é na pizzaria, na rua, em casas noturnas e até em teatros. Com a “cara” limpa, uma grande dose de “cara” de pau e grande desenvoltura e talento para transformar histórias banais e até mesmo bobagens em algo engraçado, muitos talentos tem surgidos.

A simplicidade de se montar um espetáculo de “stand up comedy” é outro fator que vem fazendo que mais artistas enveredem para apresentações de humor deste tipo. Não há custo com cenário, com figurinos, não se precisa passar o pires para arrecadar recursos, é o artista, a sua “cara” de pau e só.

É certo que “stand up comedy” não é teatro e sim, tão somente um espetáculo de humor. Ele não tem nada a ver com teatro na sua concepção, pois teatro deriva de dramaturgia que reputa uma ação que gera um conflito e deságua em uma revelação e/ou resolução, muito embora nos dias de hoje, exista muita coisa misturada que acaba até por confundir o espectador.

Mas, de uma maneira geral, acho muito interessante e positivo todo esse movimento de levar mais e mais humor e de uma forma bem descontraída e em lugares incomuns, pois se rir é o melhor remédio, que seja possível tomar esse remédio nos mais variados lugares. 

Com exceção de alguns maus programas de humor que a TV exibe hoje em dia, onde a tentativa de forçar o riso é descarada, acabando os tornando chatos e sem graças, algumas experiências com “stand up comedy” vem revi-gorando o humor e fazendo o povo rir espontaneamente, mostrando que são raras às vezes que se precisa de caricaturas para fazer comédia.


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