Emprego ou trabalho, o que você quer?


Hoje vivemos em mundo dinâmico, onde o ditado que prevalece é: “tempo é dinheiro”, portanto, ação é a palavra de ordem e não cabe mais perder tempo com desculpas, principalmente para a execução de quaisquer tarefas no trabalho; produzir deve ser a mola propulsora de qualquer profissional que almeja ser bem sucedido e, esse sucesso está ligado ao modo pelo qual esse profissional encara a relação entre emprego, remuneração e a execução de suas tarefas.

Emprego ou trabalho, o que você quer? Essa é a primeira pergunta que deve ser feita pelo trabalhador quando estiver à procura de uma colocação no mercado de trabalho, pois, a forma com a qual for encarar o desempenho das funções é de fundamental importância. Pode parecer estranho, mas, emprego é emprego e, trabalho é trabalho, pode-se optar por ter um emprego com todos os benefícios e se encostar, ou não, ou ainda ser um profissional independente e ter de trabalhar duro, sem benefícios e sem privilégios.

Quando se opta por ter um emprego, agrega-se a isso, uma série de benefícios e privilégios que, juntos, dão uma estabilidade financeira e, a manutenção do contrato de trabalho acaba de certa forma, dando segurança, mas, nem sempre, um emprego, principalmente quando é em órgãos públicos, desperta a gana para se produzir além do que o necessário, às vezes, basta deixar a engrenagem em movimento, que no final, tudo dá certo. Ali, a concorrência não ameaçará a perda do cargo.

Já quando se opta pelo trabalho, isso já traz em si uma dose extra de obrigações, preocupações e desafios e isso não importa se o trabalho é com carteira assinada ou por conta própria. Quando o trabalho tem carteira assinada, agregam-se alguns tantos benefícios, mas, que nos cobram um empenho ainda maior, porque, senão, a concorrência, que está sempre de olho, toma o seu lugar. Sem carteira assinada, não se tem uns tantos benefícios e se a pessoa não trabalhar, não produzir, não tem remuneração.

O mercado de trabalho está muito competitivo, por isso, quem chega querendo um emprego buscando apenas agregar alguns benefícios ao salário e não busca qualificação, não veste a camisa da empresa, não produz, está sempre propenso a estar, volta e meia, desempregado. Nos tempos de hoje quem manda não é apenas o patrão, muitas vezes quem manda é o trabalho e nesse contexto, não tem espaço para se encostar em um emprego e empurrar as tarefas com a barriga.

É claro que é muito bom ter um bom emprego, que dê segurança e outros tantos benefício, só que para mantê-lo, exige-se o empenho nas execuções das tarefas e, se possível, muito mais do que a função pede, tem-se que pensar que se trabalha por conta própria, que se não houver produção, não haverá remuneração. Hoje o mercado pede muito mais do que um empregado acomodado em suas funções, hoje ele exige um trabalhador ativo, disposto a ter bem mais que alguns privilégios e benefícios.

E já que estamos em tempo de discussão sobre as mudanças na terceirização da mão de obra, vale também aproveitar a oportunidade para, não só lutar pela manutenção das garantias dos direitos trabalhistas constituídos, como também para discutir a relação emprego, trabalho e renda, as condições e a segurança do trabalho, além da qualificação e a valorização do profissional e, acima de tudo, despertar em cada pessoa, a consciência daquilo quê se quer, verdadeiramente, do mercado profissional: emprego ou trabalho?

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