O tempo é de mudança


O cumpade amigo meu

Andava um tanto sumido

Pensei que a coisa era comigo

Mas, o cumpade tava chateado

Era com tanta roubalheira

Logo ele, um cabra otimista

Que mandava eu botar de lado

As minhas implicâncias,

E que me dizia

Que as coisas de governança

Eram assim mesmo.

Que o povo tinha que acostumar

E que devia parar de reclamar…

É, meu amigo cumpade

Parece que ardeu no seu olho!

Você ficou de molho

Com vergonha de me encarar,

Diz que não foi isso, diz?

Mas, não se envergonhe, não!

É chegada a hora da gente,

Chega de por panos quentes

E apenas se indignar

Vem fazer parte da corrente

Que quer esse país pra frente

Sem ter ninguém pra roubar

Vem, meu cumpade,

Chame também o teu cumpade

Chame a cumade, a cumade da cumade

Pois hoje é em todos nós que arde

Essa praga de corrupção

Vem, que não precisa de arma

Pra fazer a mudança

Não precisa de guerra, não

Isso não pode durar pra sempre

E se o mal vem da semente

Então está na hora de replantar.

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