CONCURSO CULTURAL

Maio 2, 2009

CONCURSO CULTURAL

“SUA HISTÓRIA NO MEU LIVRO”

 

REGULAMENTO

 

            O Concurso Cultural “Sua história no meu livro” é uma iniciativa do Escritor Paulo Sacaldassy e do blog “Poucas Palavras”, com o intuito de premiar seis histórias contadas por crianças para serem publicadas no livro “As aventuras de Helena” de autoria do escritor.

 

A INSCRIÇÃO

 

O concurso é voltado para todas as crianças brasileiras, com idade entre 07 (sete) e 10 (dez) anos e poderá ser feita a partir do dia 02 de Maio de 2.009 até 31 de Agosto de 2.009.

 

Cada criança só poderá participar com uma história que deve narrar uma aventura passada por ela.

 

A inscrição é gratuita e se caracteriza pelo recebimento da obra (dentro das condições exigidas) através do e-mail: psacaldassy@gmail.com

 

A inscrição poderá ser efetuada através do correio, devendo a criança enviar sua história para o seguinte endereço:

 

Concurso Cultural

“Sua história no meu livro”

Caixa Postal nº 11

CEP 11010-970

 

As inscrições efetuadas através do correio só serão aceitas se forem postadas até a data limite citada neste regulamento, valendo para isso, a data do carimbo da agência do correio.

 

Ao fazer a inscrição, a criança e seu responsável estão concordando com o regulamento, que inclui também a autorização do Anexo I abaixo.

 

COMISSÃO JULGADORA

 

Caberá ao Escritor Paulo Sacaldassy e a equipe do blog “Poucas Palavras”, a analise e escolha das histórias vencedoras, sendo a decisão soberana.

 

A SELEÇÃO

 

Serão escolhidas 06 (seis) histórias, sendo 03 (três) escritas por meninos e 03 (três) escritas por meninas.

 

A PREMIAÇÃO

 

As 06 (seis) histórias escolhidas ganharão uma versão contada pela personagem Helena e farão parte do livro “As aventuras de Helena”.

 

Cada uma das crianças vencedoras ganhará um exemplar do livro e terão seus nomes incluídos como autores das histórias.

 

CONDIÇÕES GERAIS

 

As histórias deverão ser escritas em língua portuguesa, sendo aceito o uso de termos estrangeiros.

 

As histórias devem ser inéditas, ou seja, não tenham sido publicadas em livros, revistas ou qualquer outro impresso, bem como em sites e blogs da internet.

 

A história deverá ser digitada, salva em formato “DOC”, fonte Times New Roman, tamanho 12, espaço simples e no máximo com duas folhas, ou ser escrita em folha de papel almaço com a caligrafia da própria criança.

 

Junto com a inscrição, deverá ser enviada a ficha de inscrição preenchida conforme modelo abaixo. A ausência dos dados do responsável implicará na desclassificação do concorrente.

 

É de responsabilidade da criança e de seu responsável, a observância de toda e qualquer questão relativa a direitos autorais, assim como plágio.

 

O resultado do concurso será divulgado no blog http://psacaldassy.wordpress.com, após 30 (trinta) dias do encerramento das inscrições, podendo ser prorrogada a critério dos organizadores.

 

As histórias recebidas serão destruídas após o resultado do concurso.

 

Às crianças vencedoras e seus respectivos responsáveis, não caberá nenhuma indenização ou pagamento de qualquer espécie por conta da publicação da história.

 

Cabe a criança e seu responsável, a plena aceitação deste regulamento e seus anexos, não cabendo qualquer recurso.

 

 

 

FICHA DE INSCRIÇÃO

 

Nome completo:

Data de nascimento:

Nome do Pai:

Nome da Mãe:

Rua:
CEP:
Telefone:
E-Mail:
Título da obra:


Declaro que a história _______________________________ com a qual participo no Concurso Cultural “Sua história em meu livro” é de minha autoria, inédita e nunca foi premiada.

 

 

 

ANEXO I

  

 

AUTORIZAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS

E DE USO DE IMAGEM

                                                                                

 

 

                        Através deste instrumento, os responsáveis pela criança que se inscreveu no Concurso Cultural “Sua história no meu livro”, devidamente qualificados através da ficha de inscrição, autorizam gratuitamente a PAULO SACALDASSY e ao blog “Poucas Palavras”, o uso total do conteúdo da história criada por seu (sua) filho (a) também identificado (a) através da ficha de inscrição, para ser publicado no livro “As aventuras de Helena”, bem como a utilização de seu nome e de sua imagem nos livros publicados e em todos os materiais de divulgação do mesmo, para circulação em todo o território brasileiro, e demais países onde o livro vier a ser lançado, sem limite de números de exemplares e de edições. Assegurando a PAULO SACALDASSY, todos os direitos de plena utilização da referida história por tempo indeterminado e dando plena, geral e irrestrita quitação para nada mais reivindicar quanto a esta autorização seja a que título for.


O RESGATE DAS ARARAS AZUIS

Novembro 29, 2008

Oi gente, to aqui de novo no blog do tio Paulo. Sabe o que é? É que ontem aconteceu uma coisa muito incrível comigo, precisava contar pra vocês. Vocês não vão nem acreditar. Eu que sou eu não acredito até agora! Mas vou contar tudinho!

 

Eu tenho uma amiga, a Joana, a gente mora no mesmo prédio. Acho que ainda não falei dela pra vocês ou falei? Acho que não! Mas então falo agora. A Joana, a minha amiga, ela tem oito anos, é meio tímida, sabem! Eu até chamei ela pra vir aqui contar a história comigo, mas ela ficou cheia de vergonha. Não faz mal, conto eu!

 

Foi assim… A minha amiga Joana, tem um cachorrinho, o Ted, ele é yorkshire bem bravinho. Quem põe a mão na boca dele, leva logo uma mordida. E a mordida dói pra caraca!… Então, a Joana passou em casa e me chamou:

 

“Helena, vamos levar o Ted lá embaixo pra passear?”

 

Só que a gente não pode sair do prédio sozinha. Acho que vocês sabem como é que é, não é mesmo? Acontece que quando a gente chegou lá embaixo, o Ted escapou da mão da Joana e saiu correndo pra fora do prédio.

 

“Seguro o Ted, Severino!” Disse a Joana pro porteiro do nosso prédio, Mas não deu tempo, o Ted passou por debaixo das pernas do Severino e se mandou pra rua.

 

“Vamos atrás dele, Joana! Corre!”

 

“Severino, avisa a nossa mãe que a gente foi atrás do Ted que fugiu pra rua!”

 

E saímos correndo pela calçada atrás do Ted. Ainda bem que o nosso bairro não é muito movimentado, a Joana tava morrendo de medo que algum carro atropelas-se o Ted. Mas, foi só a gente virar a esquina da nossa rua, que vimos o Ted tentando entrar numa casa velha lá no final da outra rua. Pelo menos ele estava a salvo.

 

“Olha o Ted, Joana!”

 

“Vem cá, Ted, vem!” Chamou a Joana, mas o Ted não saiu do lugar.

 

O Ted tava fuçando o portão da casa. De repente, um homem muito grande e forte, abriu o portão da casa, pegou o Ted e levou ele pra dentro.

 

“Ei moço, esse cachorro é meu!” Gritou a Joana, quase chorando.

 

“Fica calma, Joana, a gente vai lá, bate na porta e pede pro homem devolver o seu cachorro!”

Mas, a Joana já estava chorando de nervosa. Coitada! A gente tinha que dar um jeito nisso. Aquele homem não podia pegar o Ted assim! Ele tem dona, oras!

 

“A gente vai pegar ele de volta, viu Joana! Não precisa chorar.”

 

Então a gente foi até a porta da casa do homem, olhamos, olhamos e como não achamos a campainha, batemos palmas um monte de vezes. No mesmo tempo que a gente batia palmas e chamava pelo homem, a gente ouvia o Ted latir.

 

“E agora, Helena, o homem pegou o meu Ted e não quer devolver!”

 

“Já que ele não abre, vamos pular o muro!”

 

“Mas, o muro é muito alto!”

 

Nunca vi menina mais medrosa! Mas a gente não podia deixar o Ted lá. E ele nem era do homem! A Joana estava muito triste, não parava de chorar, então, ele se sentou na frente do portão e quando encostou a cabeça, o portão abriu sozinho.

 

“Olha, só Joana, o portão abriu! Vem, vamos entrar!”

 

“Ted! Vem Ted!” A Joana queria entrar correndo e chamando pelo Ted, tive que segurar ela pelo braço e colocar a mão na boca para que ela não gritasse.”

 

“Fala baixo! Vamos pegar o Ted sem o homem ver a gente!”

 

“Mas, a gente nem sabe onde ele tá!”!

 

Foi aí que tive a uma idéia! Eu fui na frente e a Joana foi atrás. Demos a volta até chegar no quintal atrás da casa e quando chegamos no quintal, vocês não vão acreditar…

 

“Olha isso, Helena!”

 

“Ta cheio de animais ameaçados de extinção! Olha isso, Joana!”

 

A gente já tinha visto o Ted amarrado no pé de uma mesa velha, mas, de repente, a gente ouviu uma voz grossa vindo de dentro do banheiro lá de dentro da casa. Só deu tempo de desamarrar o Ted, passar a mão numa gaiola que tinha duas araras-azuis e sair correndo! Nem olhamos pra trás!

 

Mas, onde já se viu! Será que o homem nem sabia que arara azul está em extinção? Foi uma pena que não deu tempo de pegar os outros animais!

 

Bem, foi isso que aconteceu! Eu ainda nem acredito! Mas pelo menos o Ted está são e salvo na casa da minha amiga Joana.

Agora preciso ir, o tio Paulo ta querendo escrever um artigo aqui no blog. Ah! Antes que vocês me perguntem, meu pai levou as araras-azuis lá pro zoológico. E sabem do que mais? Vi o homem grande e forte aparecer na televisão. Meu pai falou que ele foi preso. Também, bem feito! Quem mandou pegar o Ted!…

 

Tchauzinho pra vocês! Qualquer hora eu volta, ta?


O Saci

Novembro 14, 2008

Oi pessoal, deixa eu me apresentar primeiro: Meu nome é Helena, tenho nove anos e gosto muito de aventuras. Estou chegando agora no blog do tio Paulo. Sabe, ele deixou que eu viesse aqui para contar á vocês as minhas aventuras. Espero que vocês gostem!

 

Falando em aventura, preciso contar essa pra vocês! Nas férias de Julho fui visitar meus primos que moram no interior, pra falar a verdade, eu não conhecia nenhum deles.

 

No começo, foi aquele encheção (vocês sabem como é, não é mesmo?) Veio um tio, puxou a minha bochecha e disse: “Que menina, mais linda!”. A outra tia veio e: “Como cresceu essa menina!”. A outra tia cismou de me pegar no colo e disse: “Deixa eu pegar de novo essa menina no colo” Meus pais, não faziam nada, só riam, riam e riam. (Aquele riso sem graça, sabe?) Eu já estava com vontade de voltar pra casa.

 

De repente, atravessaram a sala feito uns foguetes, dois meninos, eram os meus primos, João e Antônio. Antes de atravessarem a porta que dava pra rua, tia Ana gritou: “Onde vocês pensam que vão?” O tio Onofre bravo disse: “Não vão cumprimentar os tios e a prima? Aí pensei: “Lá vai começar a encheção!”

 

Que nada, os primos disseram seus nomes me puxaram pela mão e saímos todos em disparada, porta afora. Só paramos quanto estávamos bem no meio de uma floresta. Eu nunca tinha visto nada igual, só em filmes! Confesso que estava um pouco assustada, até os primos começarem a rir de mim.

 

“Ta com medo, Helena?” Disse Antônio. “Claro que ta! Olha a cara dela!” Disse se gabando, o primo João. Mas, eu precisava colocar aqueles dois moleques nos seus lugares. Então, emendei: “O que tem aqui nessa floresta que pode me deixar com medo?”

 

Foi aí que o primo Antônio disse: “Você tem medo de assombração?”

 

“Eu não! Assombração não existe!”

 

“E de Saci, você tem medo?” Disse o primo João.

 

“Saci não existe! Saci é folclore!”

 

“Então hoje você vai ajudar a gente pegar um!” Disse o primo Antonio.

 

Eu não acredito nessas coisas de lendas, a professora já contou todas elas na escola, e lá na cidade onde eu moro, nunca ninguém viu um saci. Então, o primo Antonio abriu a mochila que trazia nas costas e os dois tiraram de dentro dela, uma garrafa, uma rolha e uma peneira.

“Está vendo essas coisas aqui, Helena?” Disse Antônio.

 

“Tô! É uma garrafa, uma peneira e uma rolha.

 

“Pois é com isso que vamos capturar um saci” Disse o primo João.

 

Não agüentei. Comecei a rir sem parar. “Onde já se viu, pegar Saci!” Primeiro: porque Saci não existe e segundo: porque nunca vi ninguém pegar coisa alguma com uma peneira!

 

De repente começou uma ventania tão grande, era até difícil conseguir se equili-brar com os pés no chão. Tive que segurar no tronco de uma árvore, senão o vento me carregava.

 

No meio daquela ventania, eu comecei a ouvir um monte de risadas. Volta e meia, sentia puxarem o meu cabelo. Até briguei com os primos. Foi então que eles me disseram: “Olha o Saci!” Eu não via nada.

 

Só via o primo Antônio segurando a peneira e o primo João segurando a garrafa e a rolha. Eles mal conseguiam ficar em pé no meio daquela ventania. E as risadas aumentavam, aumentavam, e os puxões em meus cabelos também. Eu tive que admitir para os primos que estava morrendo de medo.

 

“Não se preocupe, Helena! Já, já a gente pega esse Saci!” Disse o primo Antonio.

 

“É agora, Antonio. Joga a peneira!” Disse o primo João.

 

O primo Antônio entrou no meio daquele redemoinho de vento e prendeu o Saci na peneira. O primo João foi em seguida, pegou a garrafa e enviou o Saci dentro, tampando a garrafa com a rolha.

 

Eu não acreditei. Mas lá dentro daquela garrafa, tinha um serzinho de uma perna só, gorro vermelho e um cachimbo na boca que gritava sem parar: “Me tira daqui! Me tira daqui!”

 

Foi assim que descobri que o Saci existe. Vocês podem até não acreditar nessa minha aventura. Foi uma pena eu não ter levado nem a minha máquina digital, nem meu celular. Pois, seu tivesse fotografado o primo João segurando a garrafa com o Saci dentro, vocês iriam acreditar.

 

Bem, deixa eu ficar por aqui, pois não posso ficar abusando do blog do tio Paulo, senão ele não me deixa voltar aqui pra contar mais das minhas aventuras.

 

Um beijão à todos e até uma hora dessas.


AGUARDEM!!!

Novembro 8, 2008

                               “AS AVENTURAS DE HELENA”

EM BREVE VOCÊS VÃO CONHECER A HELENA, UMA MENINA MUITO ESPERTA E ÁVIDA POR AVENTURAS.

ELA VISITARÁ DE VEZ EM QUANDO O MEU BLOG PARA CONTAR AS SUAS AVENTURAS.

NÃO PERCAM!!!

 

                                         ca2jgta18

 

A HELENA GOSTA MUITO DE CONTAR HISTÓRIAS, PRINCIPALMENTE SE ESSAS HISTÓRIAS FOREM SOBRE AS SUAS AVENTURAS E DE SEUS AMIGOS.

AH, JÁ ESTAVA ESQUECENDO. ELA MANDA UM ENORME BEIJO PARA TODO MUNDO E DIZ QUE NÃO VÊ A HORA DE PODER CONHECER TODOS VOCÊS.

 

AGUARDEM!!! EM BREVE “AS AVENTURAS DE HELENA”