Viva o Folclore Brasileiro!

Outubro 31, 2008

Longe dos bancos escolares, posso apostar que são poucas as pessoas que têm o conhecimento em que dia se comemora o folclore brasileiro, mas por outro lado, arrisco com toda a certeza, que a maioria sabe o dia em que os americanos (e nós) comemoram o seu “halloween”.

 

Por que a valorização de uma data que nada tem a ver com a nossa cultura? Sabiam que 31 de Outubro se comemora o dia do Saci?

 

Uma análise fria da situação, mostra que a falta de valorização das nossas raízes e da nossa cultura popular como um todo, acabou deixando uma lacuna que foi sendo preenchida (com a ajuda do comércio, diga-se de passagem) por outra cultura, transformando uma data tipicamente americana, mais importante do que o dia em que se comemora nosso folclore.

 

Acho que está mais do que na hora de se fazer um movimento de valorização às nossas lendas, aos nossos “causos populares”. É hora de se fazer chegar á maioria da população a necessidade de se manter viva nossa cultura popular, para que nossa história não se perca pelo caminho. É chegada a hora do governo incentivar a comemoração desse dia, buscando assim, um resgate cultural.

 

Cada Estado, cada Cidade desse país, tem suas lendas, sua cultura, suas raízes, e todas elas juntas, foram e são importantes para construção de uma identidade cultural. Mesmo que você seja descrente das histórias do Lobisomem, da Mula-sem-cabeça, do Saci-Pererê, do Neguinho do Pastoreio, da Vitória Régia, e de tantas outras que povoam o imaginário popular, elas, de uma maneira ou de outra, influenciaram e influenciam na sua formação, mesmo que você diga que não.

 

Se temos uma data em que podemos comemorar a grandiosidade de nossa cultura popular, por que não fazemos? Não basta apenas que a comemoração seja feita no âmbito dos bancos escolares, há de se fazê-la em todo o país, nem que para isso, num primeiro momento, institua-se o “feriado nacional do folclore brasileiro”.

 

A preservação de nossas lendas é fundamental para que não percamos nossa identidade e para que possamos nos diferenciar culturalmente de outras nações. Então, que cada brasileiro, faça do dia 22 de Agosto, um verdadeiro dia de festa em comemoração a nossa cultura popular.


Teatro Infantil não é brincadeira

Outubro 28, 2008

Engana-se  quem  pensa  que  fazer  teatro  infantil é  fácil. Fazer teatro infantil é mais complicado do que possa parecer. Teatro infantil não é brincadeira, há de se ter muito cuidado quando se prepara uma peça de teatro infantil. Quem pensa em começar fazendo teatro apresentando um espetáculo infantil porque acha que não vai precisar de muito trabalho de ator, com certeza terá mais trabalho do que achou que teria.

Criança não engole caras e bocas, se o espetáculo não lhe agradar, ela vai perturbar a sessão, pedir para ir ao banheiro, vai ficar correndo pela platéia, vai ficar chorando. Ou será que ninguém presenciou as ceninhas que as crianças fazem quando não gostam de um espetáculo?

Não adianta apostar que apenas o lúdico, a fantasia, a magia de um espetáculo, convence uma criança, não convence,não. Criança é uma das mais temidas críticas teatrais, se ela gostar do espetáculo, não vai querer saber se o pai ou a mãe gostou, ela na certa, vai pedir que eles a leve outras tantas vezes, mas se não gostar, aí, sai debaixo, é capaz até de não conseguir terminar a sua apresentação.

Uma outra coisa que deve ser levada em conta é a questão da formação de público. Não basta justificar a montagem de um espetáculo infantil argumentando que a apresentação servirá para formar o público de amanhã, criança exige qualidade, não se pode usar desse propósito e sair montando um espetáculo de qualquer jeito.

Um trabalho realmente bem cuidado em todos os detalhes, cativará sim a criança, fazendo-a sempre pedir que alguém lhe leve para assistir uma peça de teatro, e é dessa maneira que, formar-se-á, a platéia do futuro. O Teatro Infantil já é tão desprestigiado, por isso, quanto mais seriedade na hora de produzi-lo e apresentá-lo, melhor será a contribuição para que diminua cada vez mais esse desprestígio.

Sei que ás vezes pode parecer mais fácil produzir um espetáculo infantil, mas acho que se deve pensar duas vezes antes disso, pois, a brincadeira é muito séria e a tarefa de agradar uma criança é árdua, podem a postar. Adulto engole qualquer coisa, mas criança, essa não é de engolir sapo, nem se depois ele virar um príncipe no final.


LIBERDADE!

Outubro 25, 2008

DIZES QUE EU SOU LIVRE

MAS VIGIAS MEUS PASSOS.

DIZES QUE EU SOU LIVRE

MAS ME PRENDES EM TEUS BRAÇOS

DIZES QUE EU SOU LIVRE

MAS CONTROLAS O QUE FAÇO

DIZES QUE EU SOU LIVRE

MAS ME QUERES EM TEU LAÇO

 

QUE LIBERDADE É ESSA

QUE ACHAS QUE ME DÁ?

AMO-TE PORQUE TE AMO

NÃO PRECISAS ME APRISSIONAR

SOU LIVRE PORQUE TE QUERO COMIGO

POIS SE NÃO TE QUISESSE

ESTARIAS LIVRE PRA VOAR.

CONFIAS EM MEUS VÔOS SOLITÁRIOS

POIS SEMPRE RETORNAREI

PORQUE SOU LIVRE

PARA FICAR CONTIGO.


Teatro, uma arte de grupo

Outubro 19, 2008

Teatro  é  sim,  antes  de  tudo,   uma   arte de  grupo. Quem  não conhece como funciona a estrutura da arte do Teatro, não imagina o quanto de pessoas estão envolvidas em uma apresentação teatral. Mesmo que ela seja um monólogo, o ator em cena é só o artista principal, pois nos bastidores, outros tantos dão um duro danado para que tudo saia perfeito.

Esse conceito de teatro de grupo é bem comum e muito melhor identificado no meio amador, onde os atores têm e necessitam participar de todo o processo para que a peça seja colocada em cartaz, mesmo que somente alguns deles estejam em cena.

Se você realmente gosta de teatro e pensa em procurar um grupo para colocar toda a sua veia artística para fora, pense bem se está disposto a colaborar em todo o processo. Não adianta chegar dizendo que quer o papel principal e nem ficar fazendo biquinho se não for escalado para estar em cena. Existem outras funções primordiais para que o espetáculo aconteça.

É claro que o objetivo de todo ator é estar em cena, mas nem sempre é possível disponibilizar um texto que comporte todo o elenco do grupo, mesmo porque, necessita-se de alguém que cuide da luz, que cuide do cenário, do figurino, que fique na bilheteria, etc. A vida do teatro é dura. E a de ator de teatro amador é pior ainda.

Quando se é profissional a equipe da produção se encarrega de tudo, o ator só precisa chegar com o texto decorado e desempenhar o seu papel em cima do palco, não há maiores preocupações além de sua interpretação, pela menos na hora da apresentação. Mas, mesmo os atores profissionais precisam desse conceito de grupo, para poderem colocar seus espetáculos em cartaz.

Então, quando se consegue reunir um grupo de pessoas dispostas a cederem em prol do sucesso de todos, é fácil se montar bons espetáculos e isso fica claro em cena, pois os atores que estão no palco se preocupam apenas com suas interpretações, pois todos têm a certeza que todo o grupo está trabalhando para o sucesso final.

Por isso, você de cada grupo de teatro, principalmente os amadores, tenham em mente a questão da unidade do grupo, mesmo que a vaidade individual insista em atrapalhar o bom desempenho do grupo, procure entender que quanto mais funções você souber executar dentro de uma produção teatral, um melhor ator você será.


Texto em Cartaz

Outubro 16, 2008
PROJETO CENA I

Alunos do 1ºC

            A programação de Teatro do CCJ, Projeto Cena I, terá inicio no dia 10/10, as 19:30h, com o clássico “A Farsa do Rei Fanfarrão”, encenado pelos alunos do 1ºC, sob direção da professora Patrícia de Paula.

            A entrada será um quilo de alimento não perecível ou 01 brinquedo a ser doado para instituições beneficentes.
 
            Desde já agradecemos sua presença.
Obrigado ao João e demais alunos do Colégio Coração de Jesus de Cuibá – Mato Grosso, pela oportunidade de levar mais um texto meu aos palcos e apresentar uma montagem que foi muito recebida por todos.
Abaixo, alguns fotos da apresentação do 10 de Outubro.

 

        

Entre a lucidez e a insensatez

Outubro 13, 2008

Uma coisa é fato, o ator vive entre a lucidez e a  insensatez,   ora porque necessita ter a clareza de idéias para escolher um bom texto, ora porque precisa se jogar sem receios para fazer uma boa interpretação.

Não sei precisar qual se sobressai sobre qual, mas o certo é que em cena, a insensatez tem e deve pesar bem mais que a lucidez, pois um ator não pode ter vergonha, preconceitos e pudores, há de se colocar a disposição de seu perso-nagem e deixá-lo fluir sem medo, não cabe ali nenhuma racionalidade.

É certo que para a sociedade, de um modo geral, o ator é muito mais um insensato do que um lúcido. Que seja… mas, o cidadão comum, jamais terá a coragem de se colocar como uma estátua viva em meio a uma avenida movimentada, ou de subir num palco travestido de mulher, ou se expor sem receios do que lhe possa acontecer quando de uma apresentação. Só os loucos são capazes!

Todos tolos! Mal sabe essa sociedade, que a lucidez de um ator é capaz de perceber e realizar bem mais do que qualquer cidadão comum, pois a visão de um ator sobre o mundo e a humanidade é muito mais ampla e lhe faz entender com maior clareza, as agruras e mazelas desse mundo. Só os lúcidos são capazes!

Na dúvida, acho que todo ator deve optar em ser muito mais um insensato do que um lúcido, aliás, o lugar comum é muito chato, não é mesmo? E, além do mais, a loucura do ator serve para distrair e/ou comover os cidadãos comuns dessa sociedade. Ah, se não fosse a loucura do ator…

Que todo ator seja cinqüenta por cento lúcido e cinqüenta por cento insensato, mas que sobre um palco, a lucidez de um ator seja deixada de lado e ele se acometa de toda a insensatez que for capaz, para que possa mostrar através de sua loucura, o quanto é necessário ser tão lúcido.


A era da imbecilidade

Outubro 9, 2008

Estamos vivendo na era da imbecilidade, tamanha são as coisas que vimos e ouvimos na mídia. As pessoas perderam a noção do ridículo, parecem que todas estão acometidas de um mesmo mal; a síndrome da imbecilidade adquirida.

 

Em busca de pontos no IBOPE, ou na busca desenfreada de se alcançar o sucesso, o que vemos através da mídia é uma enxurrada de imbecilidades e futilidades. São mulheres frutas disputando o mesmo prato para serem servidas como sobremesas após as festas. É uma disputa descabida para se ver quem tem o maior silicone. São discussões rasas e sem a menor importância.

 

Não consigo encontrar uma explicação lógica para que Redes de Televisão, (e diga-se de passagem são concessões públicas), abram tanto espaço para essas imbecilidades. E vem um tal de “créu”, uma tal dança do quadrado, coisas que agridem a inteligência humana. Isso só pode ser explicado como uma doença e em alto estágio de evolução, pois não é possível admitir que exista lucidez em quem faz ou exibe coisas desse nível.

 

É uma pena, pois as pessoas que por condições adversas não têm acesso à cultura, acabam sendo contaminadas por toda essa imbecilidade, então, isso é sim uma doença contagiosa. Se você parar dois segundos e prestar atenção, acabam sendo hipnotizado. Isso é uma praga, sem sombras de dúvidas!

 

Precisamos encontrar de qualquer maneira o antídoto contra essa doença, pois as pessoas estão sofrendo uma mutação genética… Olha aí, não falei? Já estou contaminado pela futilidade. Acabei caindo em tentação e estou aqui falando de mutantes, tal e qual uma certa novela.

 

Acho que necessitamos de um milagre, pois parece que estamos sim, acometidos por um mal; um mal tal aqueles descritos em uma tragédia grega e que destruirá toda a parcela da população inteligente. Parece que estamos sem saída!

 

Então, quem tem fé um algum santo, que reze. Quem tem fé em algum orixá, que peça. Quem tem qualquer religião, que clame por um milagre, pois, na velocidade que as coisas estão evoluindo, logo, logo, estaremos todos contaminados pela síndrome da imbecilidade adquirida. Salvemo-nos enquanto podemos


UM ATÉ BREVE…

Outubro 6, 2008

CENÁRIO: UMA SALA DE UMA CASA QUALQUER.

COM AS CORTINAS FECHADAS, UM CASAL DISCUTE EM OFF.

Mulher/Off   - Você não podia ter feito isso comigo!

Homem/Off – Nem você!

Mulher/Off   - Eu só fiz pra me vingar de você…

Homem/Off – Você é uma vagabunda!

Mulher/Off   - Você é um safado!… Fora da minha vida!…

Homem/Off – Eu vou mesmo!

ABREM-SE AS CORTINAS. EM CENA, UM MENINO ESTÁ SENTADO NO SOFÁ, ASSISTE TELEVISÃO COM ENTUSIASMO. O HOMEM ENTRA, TRAZ UMA MALA.

Menino        - Vem, pai, vamos assistir o jogo!

Homem       - Hoje não vai dar!

Menino        - O nosso time ta ganhando!… Vem ver!

Homem       - Só um pouquinho!

O HOMEM LARGA A MALA E SE SENTA AO LADO DO MENINO NO SOFÁ.    

Menino        - Onde você vai?… Vai viajar?… Mas hoje é domingo!

Homem       - Não vou viajar, não, meu filho!

Menino        - Então, por que a mala?

Homem       - Sabe o que é…

A MULHER ENTRA.

Mulher          - Seu pai está indo embora de casa!

Menino         - Por que, mamãe?

Homem        - Eu e a mamãe estamos de mal!

Mulher          - Nada disso! A gente brigou pra sempre!

Menino         - Eu não quero que você vá embora!

Mulher          - Mas, é preciso, filho!

Homem        - É melhor assim!

O HOMEM SE LEVANTA DO SOFÁ, A APANHA A MALA.

Menino         - Não tem jeito?

Mulher          - Não tem, filho!

Homem        - Infelizmente, não tem!

Menino         - Então, você ficar até acabar o jogo?

Homem        - Não posso!

Menino         - O pai pode, mãe?

Homem        - É melhor não!

Menino         - Deixa, mãe! Só um pouquinho!… Eu gosto tanto do pai!

Mulher          - Tudo bem!

Menino         - Vem, pai, senta aqui!

O HOMEM LARGA A MALA E VAI ATÉ O SOFÁ SE SENTANDO AO LADO DO MENINO.OS DOIS, TORCEM ENTUSIASMADO. A MÃE OBSERVA OS DOIS.

Menino         - Vai… Vai… Vai…

Homem        - Olha só isso, filho!

Menino         - Vai… Vai… Faz o gol!

Homem        - Olha o gol, filho!… Vai… Vai…

Menino         - É gol, pai!

Homem        - Gooooollllllll!!!

OS DOIS SE LEVANTAM DO SOFÁ VIBRANDO E SE ABRAÇAM. O MENINO PUXA A MÃE PARA O ABRAÇO. OS TRÊS SE ABRAÇAM.

Menino         - Deixa o pai ficar, mãe!

Homem        - Eu também quero ir, filho!

Mulher          - Vai ser melhor assim!

O HOMEM SE DESENTRELAÇA DO ABRAÇO. APANHA A MALA E CAMINHA ATÉ O LADO OPOSTO DE ONDE ENTROU.

Homem         - (Para a mulher) Cuida bem dele!

Mulher           - Eu sempre cuidei!

Homem         - (Para o menino) Se cuida, hein campeão!

Menino          - Amanhã você vem me ver?

Homem         - Não sei!

Menino          - Você deixa, mãe?

Mulher           - Seu pai é quem sabe!

Homem         - Se der, eu venho!… (Para o menino) Agora, me dá um abraço.

O MENINO CORRE PARA OS BRAÇOS DO PAI. ELE O BEIJA E SAI.

Mulher           - Vem, filho! Teu pai precisa ir

Menino          - (Para mão) Por quê?

Mulher           - Um dia você vai entender!

Menino          - Eu não entendo!… Pai!… Volta, pai!

O MENINO SAI DE CENA CORRENDO ATRÁS DO PAI.

Mulher           - Ele vai voltar pra te ver!

A MULHER SE SENTA NO SOFÁ E SE FECHA EM CONCHA.

FECHAM-SE AS CORTINAS.

                                                           - FIM –


Longe demais das Capitais

Outubro 3, 2008

Engana-se aquele que acha que  só  existe  teatro  de  qualidade no eixo Rio-São Paulo. O fato de serem grandes Capitais, não dá a nenhuma delas, status de Capital do Teatro, tanto que os Festivais de Teatro mais importantes do país, não acontecem em nenhuma das duas cidades. Um é em Curitiba e o outro em São José do Rio Preto.

É certo que a pujança econômica das Capitais do eixo Rio-São Paulo é capaz de oferecer maiores oportunidades, melhores espaços, maior visibilidade, mais chances de realizar um bom trabalho, mas, longe das Capitais, também se faz muita coisa boa, sim senhor!

O fato de não se estar em nenhum Capital, não lhe faz melhor ou pior de quem esteja por lá, o que vale realmente é ter o trabalho desenvolvido e isso, pouco tem a ver aonde ele esteja sendo realizado, planejado ou executado. Em qualquer lugar se pode fazer um teatro de qualidade, por muitas vezes, muito melhor do que se apresenta nas grandes Capitais.

Apenas se deve tomar cuidado para não se fecharem em copas e partirem para atitudes provincianas, do tipo “só aqui tem coisa de qualidade”, ou “só presta o que é daqui”. Atitudes assim, podem minar um lugar com enorme potencial artístico e transformá-lo em um lugar nada produtivo, pois o intercâmbio é salutar em quaisquer atividades, certo? Só assim, crescemos, nos desenvolvemos e nos tornamos capazes de realizar um trabalho cada vez melhor.

Não se desiluda se você estiver longe demais das Capitais, isso não quer dizer que você não seja bom o suficiente, ou que não realize um teatro de qualidade, é apenas sua localização geográfica, mesmo porque, nas Capitais, muita coisa de gosto duvidoso e de caráter unicamente financeiro, ocupa espaços de muita coisa boa, que por vezes, fica escondida em pequenos teatros em centros culturais.

Cada cidade pode ser um pólo cultural e oferecer à população, um teatro de qualidade, só se precisa pensar nesse público, como alguém que mereça receber o melhor do que você tenha a oferecer e assim, a distância das Capitais, principalmente as do eixo Rio-São Paulo, não será tão longa quanto possa parecer.

Teatro se faz no palco, com boas histórias, com bons atores, com bons diretores e isso, não está restrito às Capitais. Teatro de verdade não precisa ser feito apenas nas grandes cidades, cada um pode fazer da sua cidade, uma Capital do Teatro. Tudo que se precisa para isso, pode ser encontrado em qualquer lugar, pois sempre haverá um ator e sua força inesgotável de querer levar ao público a arte do Teatro e isso também, jamais estará restrito ao eixo Rio-São Paulo.