O caminho das pedras

Agosto 30, 2008

Sempre que sento para escrever meu artigo, fico pensando em algo que possa de alguma maneira, ser de interesse e de utilidade para vocês que estão começando no teatro. Hoje, por exemplo, depois de pensar e repensar, achei que seria interessante falar das três perguntas que todo ator precisa conhecer para que possa realizar um bom trabalho. Quem sou seu? Onde estou? E o que estou fazendo aqui?

Talvez alguns de vocês já conheçam essas perguntas, quem sabe ditas de outras maneiras, ou quem sabe até já ouviram falar do assunto, ou ainda, já usaram essas perguntas em algum momento do processo da criação de seu personagem, pois conhecer as respostas dessas perguntas, pode fazer a diferença entre uma boa e uma má interpretação.

O ”Quem sou eu?” é a principal pergunta que deve ser respondida assim que se toma contato com o texto que se vai interpretar. Saber quem é o personagem, o que ele faz, o que gosta, seus sonhos, suas dores, sua idade, suas manias, seu jeito de caminhar, tudfo isso, vai lhe fornecer base para construir alguém interessante.

O “Onde estou?” é de fundamental importância para situar o seu personagem dentro da história. Saber em que lugar ele está, lha dará todo o sentido. Conhecer o ambiente em que o seu personagem desenvolve sua ação, reforça as características que ele possui e mostra o caminho de uma boa interpretação.

E, por fim, mas não menos importante, é saber responder a pergunta “O que estou fazendo aqui?”. Conhecer os reais motivos que levaram seu personagem a estar naquele ambiente e contando aquela história, completará o círculo que lhe auxiliará na conntrução de um personagem sólido e verdadeiro, fazendo de sua interpretação algo muito mais verossímil.

Saber responder essas perguntas pode fazer a diferença, estejam certos disto. Confesso que depois de tomas conhecimento dessas perguntas, as coisas mudaram de figura. Hoje, sempre as aplico quando vou começar a escrever uma história, afinal de contas, mais do que o ator que vai interpretar a história, eu, como autor, tenho o dever de saber as respostas, não é mesmo?

E é isso! Sem nenhuma presunção, aproveito para agradecer o retorno que vocês me dão lendo os meus artigos eespero mais uma vezter podido contribuir de alguma maneira, para que vocês que estejam iniciando nessa árdua jornada, conheçam um pouco mais o caminho das pedras.


NOTÍCIAS

Agosto 29, 2008

FESTUERN coloca o teatro em pauta

Programação do VI FESTUERN
25 de agosto a 02 de setembro de 2008.
28 de agosto de 2008 (quinta-feira)

19h50min. O Pequeno Conselheiro do Rei – Paulo Sacaldassy

Grupo: Cia Teatral do JSBEscola Municipal Joaquim da Silveira BorgesMunicípio: Mossoró-RNDireção Artística: Francisco Teixeira da Silva

"ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!" EM MINAS

Agosto 24, 2008
Apresentação do meu texto “Escuta aqui, seu ladrão!” pelo grupo Reflexão-Ação de Ouro Fino/MG
Apresentação do meu texto “Escuta aqui, seu ladrão!” pelo grupo Os Teatráveis de Divinópolis/MG
Apresentação do meu texto”ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO!”, pelo grupo Grande Palco de Montes Claros/MG”
QUERO APROVEITAR E AGRADECER AOS TRÊS GRUPOS MINEIROS, PELA OPORTUNIDADE DE PODER LEVAR MEU TEXTO AOS PALCOS DE SUAS CIDADES”

Cada dia uma nova história

Agosto 24, 2008
Diferentemente de outras artes, como o cinema e a literatura, que contam histórias e as finalizam com a gravação de um vídeo e com um ponto final, respectivamen-te, nunca haverá um mesmo espetáculo de teatro, pois a cada apresentação, haverá uma nova emoção para contar a mesma história.

Talvez esteja aí, um dos motivos que motivam e acabam seduzindo ainda mais as pessoas a fazerem teatro. Essa oportunidade de contar a mesma história a cada dia e de surpreender com uma interpretação, ou ser surpreendido pela receptivi-dade da platéia, não se encontra em qualquer lugar, talvez na música se consiga algo semelhante.

Me lembro do tempo em que ainda me arriscava sobre um palco (para o bem da arte isso já ficou lá bem pra trás) e das poucas apresentações que fiz, jamais repetimos a mesma apresentação, mesmo com toda a marcação, com o mesmo texto ali na ponta da língua, nada se repetia, sempre parecia algo inédito.

O teatro é bem mais do que muitos pensam e a sua grandiosidade ainda não foi devidamente compreendida a ponto de receber o entendimento que merece. A ponto de quem sabe, ser compreendido tal qual o cinema, por exemplo. Sem entrar no mérito disso ou daquilo, mas por que uma história registrada em vídeo, que capta a emoção do momento de sua gravação, consegue ter mais cartaz do que uma história que, a cada dia, pode ser contada com uma emoção diferente em cima de um palco?

Acho que o caráter marginal do teatro explique um pouco isso, mas, talvez tam-bém esteja aí, outro ponto que leva as pessoas a se apaixonarem por ele, pois essa arte marginal que subverte a ordem das coisas e que não está presa a paradigmas de estéticas e de formatos, pode contar suas histórias e fazer com que as pessoas que as interpretem, se entreguem sem receios, experimentem, ousem, reinventam o ser humano a cada dia e sempre de um jeito diferente, algo que o cinema jamais será capaz.

Feliz o artista que faz do teatro a sua arte e pode experimentar a cada dia uma nova maneira de contar uma mesma história. E feliz também, aquele que tem a oportunidade de assistir a um espetáculo por várias vezes, pois estará sempre tendo a oportunidade de ver contada uma história de forma diferente.


O prazer de fazer

Agosto 17, 2008
Quando alguém se dispõe a entrar para um grupo de teatro e se deixa picar pelo tal bichinho da arte, acaba entendendo o porque de muitos atores se identificarem com o teatro. Muitos até só se entregam de verdade, quando estão em cena em cima de um palco. Por quê? Porque o prazer de fazer é o que basta.

É no teatro que a carpintaria de se esculpir uma personagem pode ser executada até a perfeição. É no teatro que a psicologia de se entender uma personagem é buscada e rebuscada até a compreensão total. É no teatro que o ator exercita sua improvisação. É no teatro que o ator expõe sua alma.

É claro que atores experientes e de grande talento, são capazes de realizar um bom trabalho, tanto na televisão, quanto no cinema, afinal de contas trata-se de uma profissão e o ofício de sua arte deve ser realizado pelo ator seja lá aonde for. Mas prazer de fazer, só o teatro lhe dá.

Quem se aproveita da fama instantânea para se lançar sobre um palco, indo atrás de vil metal e aplausos sob flash’s reluzentes, jamais vai entender porque tantos atores abrem mão de aparecerem na mídia para poderem se dedicar de forma plena ao teatro, por mais dura que seja essa vida. O prazer de fazer é capaz de suprir necessidades inimagináveis.

Ator de teatro é capaz de passar uma vida inteira fazendo o seu ofício de forma amadora, sem se importar com o sucesso, sem pensar em fama, pois o prazer de fazer é o alimento que o faz continuar, aprendendo, aprendendo e aprendendo e será o que lhe levará ao estrelato, se a sorte lhe abraçar. Não é a busca do sucesso que importa, apenas o prazer de fazer.

Talvez por isso tudo, muitos achem que ator não passa de um louco, mas o prazer de fazer da insanidade um ato lúcido, ou vice-versa, nenhum cidadão normal é capaz de entender e jamais entenderá. Só quem tem o teatro na alma sabe o quão bom é, o êxtase de uma apresentação. Porque fazer por prazer, só no teatro se é capaz.


O teatro e a mídia

Agosto 10, 2008
Venho percebendo através das solicitações que recebo pedindo autorização para montagem de textos de minha autoria, que o teatro está presente em todas as cidades, até mesmo nas mais longínquas e distantes cidades, o que me remete a pensar, que de certa forma, o teatro sofre de um grave problema, a falta de apoio da mídia.

Se existem pessoas procurando levar cultura através do teatro, mesmo em pequenas cidades, isso mostra que de alguma maneira, o teatro é popular, sim, pois se fizermos uma pesquisa pelo país, os números serão surpreendentes. Então, o problema da popularização do teatro é puro abandono da mídia.

O dia que houver uma massificação da mídia abrindo espaço para o teatro, com certeza haverá uma mudança de comportamento na população que será notada a olho nu, pois a mídia não tem idéia de quantas pessoas estão envolvidas com o teatro por todo país, seja de forma amadora ou profissional.

Acho que a mídia não dá o tratamento que o teatro merece, são poucos os veículos de comunicação que abrem espaço para falar dessa arte, a não ser quando tem alguém famoso envolvido no projeto, mesmo assim, não tem a mesma abertura que a música tem. É certo que com a internet, o teatro tem conseguindo de alguma maneira, um espaço maior para a divulgação, mas nada se compara com o poder que toda a mídia tem. Já pensou a mídia trabalhando de verdade a favor do teatro?

Parece que o teatro é o primo pobre da família, sempre rejeitado, que precisa viver de esmolas, de favores, mas que volta e meia é lembrado quando se quer mostrar algum trabalho com comunidades carentes e a importância do teatro na melhoria da vida daquela comunidade. Será que o teatro só é bom mesmo apenas como instrumento social? Se a mídia sabe da importância do teatro na vida das pessoas, por que lhe dá esse tratamento?

A população é ávida por teatro, não é difícil perceber isso, basta ir a qualquer apresentação onde a entrada seja grátis. As pessoas conhecem e gostam de assistir a um espetáculo de teatro, o que acontece é que muitas vezes, por não ter o espaço merecido, o espetáculo acaba não sendo divulgado e se perde a oportunidade de aproximar ainda mais, o teatro da população.

Talvez se a mídia desse um espaço maior para o teatro, não teríamos que testemunhar o sacrifício de vários abnegados, que têm sempre de implorar com um pires na mão, por patrocínios e apoios, para poderem levar o teatro ao encontro da população.


A dramaturgia e o ator

Agosto 4, 2008
Na montagem de um espetáculo de teatro, ator e texto precisam estar numa perfeita sintonia para que a apresentação saia a contento, não é mesmo? Digamos que um bom ator acompanhado de um bom texto é como arroz com feijão, a combinação perfeita. E para que isso aconteça é preciso um envolvimento completo.

Quando um ator conhece como funciona a estrutura dramática de um texto, desde a sua concepção até o seu ponto final, o trabalho acaba sendo facilitado e a compreensão de como o autor quis contar a história, torna a concepção geral do espetáculo bem mais clara.

Do outro lado, creio que quando um autor conhece a carpintaria cênica, além do conhecimento técnico de uma estrutura dramática, aliada a sua criatividade, acaba escrevendo um texto que torna mais fácil o trabalho do ator, por isso, entendo que conhecer o processo de criação do ator, faz com que o dramaturgo escreva muito mais que simples palavras no papel.

A dramaturgia e o ator são partes de uma parceria, que quanto mais perfeita, mais sincronizada, melhor é o resultado final de um espetáculo. Há atores que não conhecem a estrutura dramática de um texto e acabam não explorando tudo o que o autor quis passar. Por outro lado, há autores que não conhecem o universo do teatro e acabam se aventurando, produzindo textos rasos, com falhas de carpintaria e de estrutura, tanto dramática, como cênica.

Quanto mais um ator conhecer o universo de um dramaturgo e vice-versa, melhor se chegará a um bom resultado. Não que seja necessário que cada qual viva na pele a função do outro, muito embora existam aqueles que têm competência para fazer os dois papéis.

O mais importante mesmo, é deixar claro que um espetáculo de teatro vai muito além do que a apresentação em um palco. É algo que começa nos textos de um dramaturgo, passa pelas mãos de um diretor e acaba nos palcos nas ações de um ator. E quanto mais sintonia houver entre todos, melhor para o resultado final.


MATÉRIA NO SITE GRANDES TALENTOS

Agosto 2, 2008
MOSTRE SEU TALENTO, COM PAULO SACALDASSY
Pessoa discreta, disciplinada e persistente, assim auto se define Paulo Sacaldassy, que completa 42 anos no dia 29 de julho – dia de publicação deste artigo, e nos presenteou com uma conversa que nos leva a conhecer um pouco mais sobre o íntimo, conceitos e experiência de vida, desse dramaturgo, roteirista, poeta, letrista e escritor, desse verdadeiro artista, desse Grande Talento brasileiro.
Natural da bela cidade de Santos, litoral de São Paulo, Paulo Sacaldassy que, apesar de sua origem, não gosta muito de praia: “não tenho vocação pra ficar assado deitado na areia”; confessou seu amor por sua cidade natal destacando a alegria, a informalidade e a descontração que existe na atmosfera da região.
Homem de muita fé, independente de crença, acredita muito em seu valor. Por isso, deixou de sonhar e passou a traçar objetivos, e foi quando as coisas começaram a acontecer em sua vida.Acredita, e possui grande anseio, que suas histórias possam contribuir de alguma forma para as pessoas, mesmo que para simples diversão.
Quando perguntado sobre sua relação com a arte, Paulo Sacaldassy fez uma grande reflexão sobre sua trajetória: “Conheci o teatro em 85, fiz parte de um grupo de teatro amador aqui em Santos até o começo dos anos 90 e foi assim que descobri a dramaturgia, que acabou virando a partir de então, meu hobby e que me ajudava a relaxar depois de um dia pesado no meu escritório de contabilidade.” Em 2002, com 15 anos de dedicação à Contabilidade, participou do Concurso de Dramaturgia da Funarte, e teve como premiação uma nova injeção de estímulo para iniciar sua carreira de dramaturgo e escritor, já que até então: “só as gavetas conheciam os meus textos”. E não parou mais, entrou em um curso de dramaturgia que o ajudou a aperfeiçoar as técnicas de narrativas e desde então passou a “escrever, escrever e escrever”, peças de teatro, roteiros, divulgar seus textos pela internet, mostrar seus trabalhos e a estudar muito. Foi quando em 2006, depois de participar de diversos concursos, foi premiado na VI Antologia Nacional de Dramaturgia de São José dos Campos, simultaneamente nas categorias adulto e infantil. Hoje, conquistou espaço e têm seus textos sendo montados Brasil a fora, escreve semanalmente para o site www.oficinadeteatro.com e ainda encontra tempo para realizar os trabalhos de seu escritório de contabilidade, pois como disse: “ainda não consigo viver das letras, preciso dos números para me sustentar.”
Sempre falando com orgulho de suas raízes, Paulo Sacaldassy, cita a que a principal influência que se reflete em suas obras de dramaturgia vem de Edvaldo Francisco Pereira, que além de escritor, foi seu diretor no grupo que participou em meados dos anos 80. Conta que hoje, Edvaldo é um grande amigo e que sempre teve a maior paciência e disposição para ler seus textos e apontar caminhos para melhorar: “com ele dei meus primeiros passos”. Já no curso de dramaturgia, foi o escritor Nelson Albissu que lhe ensinou as técnicas que até então não dominava e desconhecia: “Aprendi e aprendo muito com ele, pois ainda nos encontramos toda semana para ler e discutir textos de grandes autores nacionais e internacionais.”
Após falarmos de sua trajetória, nos faltava, então, conhecer um pouco de seus trabalhos, e Paulo Sacaldassy nos apresentou alguns deles:“Atualmente conto com oito textos infantis, oito textos adulto, dois monólogos, dois roteiros de curta e um de longa, uma sinopse de novela e outra de minissérie e nesse momento, estou concentrado no meu primeiro livro.” E confessa, ainda, a sua preferência por histórias infantis: “através delas eu consigo passar muita coisa minha, do meu jeito de pensar, de ver o mundo, meu lado criança e o meu humor.” Quanto ao livro, ele prevê terminá-lo ainda em 2008 e publicá-lo por alguma editora ou de forma independente.
Conheça mais um pouco de suas obras:
RATIMBUM! PARARATIMBUM!Seu primeiro texto, escrito em 1989. Um infantil que fala do imaginário, onde as

“só as gavetas conheciam os meus textos”

crianças estão sendo dominadas pela televisão e deixando de brincar com o soldadinho e a boneca de pano. Uma aventura bem legal, onde duas crianças vão tentar salvar o palhaço de ser hipnotizado pelo TV Papão.
TEM FOLCLORE NA FLORESTA Seu segundo texto, também infantil. Entre idas e vindas, o texto ficou pronto em meados de 1995. Tem sido muito montando em escola, pois trata de lendas e ecologia.
VAMPIRILDO em UMA HISTÓRIA DE VAMPIROSeu terceiro texto, premiado na VI Antologia Naconal de Dramaturgia em 2006. Este texto teve a peculiaridade de ter sido reescrito em 2002, depois de ter sido escrito pela primeira vez por volta de 1998, que teve o original perdido.
O PEQUENO CONSELHEIRO DO REIInfantil, escrito em 2003. Esse ano ele está sendo montado no Rio Grande do Norte, onde participará no VI FESTRN.
ENQUANTO ISSO… ELES FAZEM A FESTA NO PALÁCIOSeu primeiro texto adulto, também escrito em 2003. Neste, o autor confessa ter sofrido um bocado até lhe dar um ponto final.
ESCUTA AQUI, SEU LADRÃO! Seu segundo texto adulto, escrito no começo de 2004 é uma comédia que foi bem recebido por todos. Também premiado na VI Antologia Nacional de Dramaturgia. Esse é seu texto mais montado. Já foi montado em mais de dez cidades.
GALO, GALINHO, GALÃO. AGORA JÁ TENHO ESPORÃO! Esse é mais um texto infantil, também escrito em 2004. Foi muito bem recebido pela criançada e teve uma montagem profissional muito bem cuidada e que ficou em cartaz de Novembro/2006 a Março/2007 no Teatro Crowne Plaza em São Paulo.
“E depois seguiram vários textos, roteiros de curtas e longa, sinopses, inclusive com a participação no Concurso de Novos Roteiristas da Rede Record em 2005.”
“minha esposa é o meu controle de qualidade”

Além dos prêmios já citados, Paulo Sacaldassy, foi premiado em 1989 numa Antologia de Poesia e recebeu outros dois de dramaturgia em 2006. Seus textos também têm sido premiados em festivais e concursos de dramaturgia e atualmente o autor tem a expectativa de receber outros prêmios em concursos que está concorrendo. Perguntado sobre seu Grande Talento, Paulo Sacaldassy não hesitou em responder: “Acho que meu grande talento é a observação, pois através dela é que dou vida às histórias que imagino e as que tiro do cotidiano, pois escrever passa pelo ato de observar. Escrever é muito mais um exercício de transpiração do que de inspiração e só com o talento, não se é capaz de escrever uma boa história.”
Por fim, Paulo, que é casado tem três lindas filhas, falou sobre a importância do apoio de sua família, destacou a união que existe no relacionamento familiar e o quanto a família o apóia nessa empreitada de se tornar um escritor. E destaca ainda: “minha esposa é o meu controle de qualidade, ela lê todas as minhas histórias e me dá o retorno para que eu possa estar sempre melhorando. Uma grande companheira que está comigo há vinte anos.”E para os leitores do site Grandes Talentos brasileiros, Paulo deixou a seguinte mensagem:
“Gostaria que os leitores do site Grandes Talentos acreditassem nos seus talentos, pois mesmo que o caminho seja longo e a estrada sinuosa, com paciência a gente chega. E o mais importante, é deixar de sonhar e começar a traçar objetivos, pois assim, o sonho vira realidade, mesmo que seja aos poucos.”
E nós, da equipe do site Grandes Talentos brasileiros, agradecemos muito ao Paulo Sacaldassy por todo o carinho que este grande escritor nos recebeu, a presteza na respostas e materiais enviados e por se colocar a disposição do site para colaboração com artigos de su